Uma imagem raríssima compartilhada por Marisa Gonçalves Mignone Paixão nos mostra o lazer de quatro mulheres dos anos quarenta em seu banho na Bacia das Turcas. Ao fundo, podemos ver a Igreja de Nossa Senhora da Penha.
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sábado, 3 de março de 2018
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
Memórias de família em Marataízes
As imagens a seguir são uma relíquia. Compartilhadas por Marco Vivacqua, o filme tem um pouco mais de 17 minutos de duração e registra, em cores, a Marataízes nos anos sessenta. Uma outra Marataízes, claro.
Ao assistir ao vídeo, mesmo para quem não viveu a época retratada, não é difícil compreender os motivos que provocaram e ainda provocam a paixão de muitos pela Praia Encantada. É possível sentir a paz do lugar em diversos momentos.
Vemos a família Vieira-Secchin-Vivacqua reunida. Crianças se divertindo com seus brinquedos de madeira, almoçando na varanda da - agora demolida - casa do sr. Átila Vivacqua e em animados banhos na Bacia das Turcas.
Logo em seu início, o filme mostra a Barra do Itapemirim e, do outro lado, a comunidade do Pontal, ainda com pouquíssimas casas. Em seguida, vemos uma rápida cena de carnaval. Também um outro carnaval, claro.
A antiga Igreja de Nossa Senhora da Penha, em sua forma original, merece um destaque especial. Posicionada estrategicamente de frente para a Praia Principal, ela recepciona maratimbas que regressam de mais um dia de trabalho enquanto guarda aquelas crianças que gastavam suas energias no mar. Chama a atenção, ainda, o famoso "vôlei" que existia na praça central.
Um paredão verde margeia toda a praia. Relativamente protegidas, as encostas - hoje temos de lembrança a "matinha" da avenida Domingos Martins - compunham o cenário junto das castanheiras.
Hábitos e costumes da época, como o comportamento geralmente envergonhado diante da câmera, os trajes de banho e, sobretudo, o convívio familiar dão o tom a este documento. Registros que nos fazem repensar os nossos dias e valores.
Desfrutem.
Ao assistir ao vídeo, mesmo para quem não viveu a época retratada, não é difícil compreender os motivos que provocaram e ainda provocam a paixão de muitos pela Praia Encantada. É possível sentir a paz do lugar em diversos momentos.
Vemos a família Vieira-Secchin-Vivacqua reunida. Crianças se divertindo com seus brinquedos de madeira, almoçando na varanda da - agora demolida - casa do sr. Átila Vivacqua e em animados banhos na Bacia das Turcas.
Logo em seu início, o filme mostra a Barra do Itapemirim e, do outro lado, a comunidade do Pontal, ainda com pouquíssimas casas. Em seguida, vemos uma rápida cena de carnaval. Também um outro carnaval, claro.
A antiga Igreja de Nossa Senhora da Penha, em sua forma original, merece um destaque especial. Posicionada estrategicamente de frente para a Praia Principal, ela recepciona maratimbas que regressam de mais um dia de trabalho enquanto guarda aquelas crianças que gastavam suas energias no mar. Chama a atenção, ainda, o famoso "vôlei" que existia na praça central.
Um paredão verde margeia toda a praia. Relativamente protegidas, as encostas - hoje temos de lembrança a "matinha" da avenida Domingos Martins - compunham o cenário junto das castanheiras.
Hábitos e costumes da época, como o comportamento geralmente envergonhado diante da câmera, os trajes de banho e, sobretudo, o convívio familiar dão o tom a este documento. Registros que nos fazem repensar os nossos dias e valores.
Desfrutem.
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segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Invernada
Conhecido postal dos anos sessenta mostra três banhistas aproveitando a tranquilidade da Praia Principal, provavelmente na época da "invernada". Ao fundo, vemos outros banhistas em um pequeno grupo, além de maratimbas cuidando de suas embarcações e a "igrejinha" de Nossa Senhora da Penha em seu formato original.
Há quem prefira a calmaria desse período...
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quinta-feira, 13 de julho de 2017
Prosa e benção
Um homem e uma mulher conversam em frente à antiga Igreja de Nossa Senhora da Penha. À esquerda da imagem, o Saveiros Palace Hotel se destaca por sua então moderna arquitetura. Já ao fundo, a imponência do Iate Clube, palco de saudosas lembranças.
Provavelmente de meados dos anos setenta, o registro foi compartilhado por Fábio Pirajá no grupo "Memória Capixaba", que presta um serviço de inestimável valor para a preservação da história e da memória do Espírito Santo.
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terça-feira, 25 de abril de 2017
No balaio
Falamos de memórias bem vivas. Dois homens estão em seus animais de montaria. Chapéus para proteger do sol que, embora caminhando para o poente, ainda castigava os maratimbas que, certamente, estavam na lida desde muito cedo, desde antes mesmo de o sol surgir ao leste. Os balaios talvez estivessem cheios, talvez vazios. Deviam ter vendido tudo ou, então, estavam levando algum peixe para casa, para dar de comer aos seus.
Os homens passavam ao lado da antiga Igreja de Nossa Senhora da Penha, igrejinha dos anos vinte que seria mutilada nos oitenta. Talvez tenham pedido a benção dos céus. Era uma jornada que estava se encerrando. Vão para casa, descansar ou, quem sabe, ainda encontrar ânimo para remendar a rede, ajeitar um apetrecho aqui, outro ali. O hoje já foi e "amanhã tinha mais".
Ah, o balaio também pode carregar a saudade.
Ah, o balaio também pode carregar a saudade.
Foto compartilhada por Fábio Pirajá no grupo "Memória Capixaba".
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sexta-feira, 14 de abril de 2017
Cartão de visita
A Praia Principal (ou Central) sempre foi o nosso principal cartão de visita para quem chega a Marataízes. Isso desde antes da supremacia do transporte rodoviário, a partir da década de cinquenta do último século, e a ligação da BR à nossa praia pela Safra x Marataízes. Os turistas que vinham de trem partindo de Cachoeiro passavam por Campo Acima, Vila e Barra antes de chegar ao "Largo da Estação" (aqui vai uma sugestão para batizar aquele local), no centro do principal balneário do sul do Estado. Dali caminhavam alguns metros e pronto: a "encantada" com suas areias brancas e finas e seu mar geralmente tranquilo.
As fotos que ilustram o post de hoje mostram certamente a visão que muitos visitantes tiveram por anos e anos ao chegar a Marataízes. É fácil imaginar a euforia de quem se deparava com esse cenário.
Estamos no fim dos anos setenta. A praia dividia com Guarapari a predileção sobretudo dos mineiros da Zona da Mata (Juiz de Fora, Ubá, Leopoldina, Cataguases, Muriaé, Miraí...). Famílias inteiras se programavam durante o ano para uma temporada que poderia durar meses. Quem não podia se dar a esse luxo, aproveitava feriados como o da Semana Santa e enfrentava algumas horas de estrada passando por Eugenópolis, Itaperuna, Bom Jesus do Norte, Apiacá (ou Santo Eduardo, se preferissem a estrada pelo estado do Rio de Janeiro), até chegar à 101.
Na Safra, o coração acelerava. Está chegando! A cana compunha a paisagem, mas os vidros dos carros vinham abertos (até porque falamos de um tempo em que o ar-condicionado nos carros talvez não existisse nem na imaginação daqueles que adoravam exercitar a "futurologia") para sentir a brisa que, muitos garantem, mesmo no alto da Graúna, trazia o cheiro do mar. De repente, os primeiros postes. É o sinal de civilização. Pescoços esticados procuram o mar. E ele surge. Alegria!
As fotos que ilustram o post de hoje mostram certamente a visão que muitos visitantes tiveram por anos e anos ao chegar a Marataízes. É fácil imaginar a euforia de quem se deparava com esse cenário.
Estamos no fim dos anos setenta. A praia dividia com Guarapari a predileção sobretudo dos mineiros da Zona da Mata (Juiz de Fora, Ubá, Leopoldina, Cataguases, Muriaé, Miraí...). Famílias inteiras se programavam durante o ano para uma temporada que poderia durar meses. Quem não podia se dar a esse luxo, aproveitava feriados como o da Semana Santa e enfrentava algumas horas de estrada passando por Eugenópolis, Itaperuna, Bom Jesus do Norte, Apiacá (ou Santo Eduardo, se preferissem a estrada pelo estado do Rio de Janeiro), até chegar à 101.
Na Safra, o coração acelerava. Está chegando! A cana compunha a paisagem, mas os vidros dos carros vinham abertos (até porque falamos de um tempo em que o ar-condicionado nos carros talvez não existisse nem na imaginação daqueles que adoravam exercitar a "futurologia") para sentir a brisa que, muitos garantem, mesmo no alto da Graúna, trazia o cheiro do mar. De repente, os primeiros postes. É o sinal de civilização. Pescoços esticados procuram o mar. E ele surge. Alegria!
As imagens foram feitas em frente ao antigo "Chalé 70". Em direção à praça central, vemos uma pista dupla e o calçamento aparentemente recém-feito. Ao fundo, o edifício Carone sendo construído. A Igreja Matriz também se destaca, assim como o icônico Praia Hotel.
Os registros foram compartilhados na rede por Fabiano Marvila Moreira.
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segunda-feira, 27 de março de 2017
Longe
De um tempo em que as distâncias eram um pouco maiores, a nossa Pérola no início dos anos oitenta. A avenida ainda não era pavimentada do antigo "Chalé 70" em direção ao "Xodó", o que aumentava a sensação da "lonjura" entre o centro e aquele badalado point da época. Pausa. Um suspiro para o "Xodó". Outro grande para o "Veleiros"...
Registro de Sergio de Camargo Baena.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Vista parcial de uma saudade total
Vista parcial da Praia Central em meados dos anos sessenta.
Foto compartilhada por José Luiz Pizzol.
terça-feira, 12 de abril de 2016
Pra te encantar...
Uma imagem colorizada mostrando a nossa Praia Encantada nos anos cinquenta circula pela rede e nós, claro, compartilhamos com todos vocês.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Penha
Os católicos comemoram neste 04 de abril o Dia de Nossa Senhora da Penha, Padroeira do Espírito Santo e também de Marataízes.
A imagem de hoje traz um registro incrível da antiga Igreja Matriz que recebe o nome da Padroeira.
Esta linda fotografia, provavelmente datada do início dos anos 80, foi trazida à rede por José Sérgio Xavier Aride.
A imagem de hoje traz um registro incrível da antiga Igreja Matriz que recebe o nome da Padroeira.
Esta linda fotografia, provavelmente datada do início dos anos 80, foi trazida à rede por José Sérgio Xavier Aride.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Nobre manifestação da devoção de um povo simples
Marataízes, março de 1983.
Ao ensejo das comemorações da 106ª edição da Festa das Canoas, trazemos a imagem abaixo, compartilhada pelo Professor Luciano Retore Moreno. Ela retrata a procissão do Divino e da imagem de Nossa Senhora da Penha durante a Festa das Canoas daquele ano, ano em que também foi inaugurada a reforma e ampliação da Igreja Matriz.
Ao ensejo das comemorações da 106ª edição da Festa das Canoas, trazemos a imagem abaixo, compartilhada pelo Professor Luciano Retore Moreno. Ela retrata a procissão do Divino e da imagem de Nossa Senhora da Penha durante a Festa das Canoas daquele ano, ano em que também foi inaugurada a reforma e ampliação da Igreja Matriz.
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segunda-feira, 7 de março de 2016
Tradição e fé: 106ª Festa das Canoas
Imagem sem data definida retrata a Festa das Canoas. A foto compartilhada por Ronald Mignone.
Nascida há mais de um século a partir de uma manifestação popular, a Festa das Canoas é, sem dúvidas, o mais tradicional evento de Marataízes. Está inscrito no imaginário popular como um incontestável patrimônio cultural dos marataizenses. A devoção ao Divino marca a união dos pescadores, agradecidos pelo sustento trazido pelo mar.
Em 2016, a festa chega à sua 106ª edição. A Festa das Canoas tem início no próximo dia 10 (quinta-feira) e se encerra na segunda, dia 14 de março. Os organizadores preparam atrações musicais e religiosas, mantendo viva a tradição.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Velha Matriz
A igreja de Nossa Senhora da Penha com a sua fachada original, construção que ainda inspira muitas pessoas saudosas pela Marataízes de ontem.
Foto compartilhada por Sergio Neves.
Foto compartilhada por Sergio Neves.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Ícones
A antiga K-bana, o "vôlei" e a Igreja de Nossa Senhora da Penha em sua forma original. Corria o "ano dourado" de 1960.
Imagem compartilhada por Fabiano Marvila Moreira.
Imagem compartilhada por Fabiano Marvila Moreira.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Indescritível
De data e autoria imprecisas, a Igreja de Nossa Senhora da Penha e, ao fundo, o Iate Clube.
A imagem foi disponibilizada na rede por José Sérgio Xavier Aride.
A imagem foi disponibilizada na rede por José Sérgio Xavier Aride.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Família... Família...
Família Simão em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha no ano de 1970.
A foto foi compartilhada por Pedra Morena.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Cor para as canoas
Marataízes e o casal Newton e Isabel Braga são indissociáveis. Suas marcas estão impressas em nosso hino, uma declaração de amor de Newton à praia encantada que deu a ele a sua mulher amada, em diversas crônicas do jornalista e no retrato de Isabel sobre as belezas de uma Marataízes única e saudosa.
A reprodução que trazemos à Memória Marataízes é o olhar de Isabel Braga sobre a nossa mais tradicional manifestação da cultura popular. A Festa das Canoas em todas as suas cores, numa representação que agrega seus atores principais, os maratimbas, homens do mar, tipos populares diversos, o Divino, a procissão encaminhando-se para o interior da Igreja de Nossa Senhora da Penha, os barcos ornamentados pelas bandeirinhas, as barracas... Enfim, a obra - em estilo Naïf - capta a essência, o que interessa de fato sobre este patrimônio do povo de Marataízes e de todo o Espírito Santo.
Tomamos conhecimento da obra, que foi exposta na exposição de Lugano, na Itália, em 1973, através do contato feito por Marília Braga, filha do casal. O trabalho foi recuperado por ela, que assim descreveu o seu sentimento a respeito da recuperação da tela:
A reprodução que trazemos à Memória Marataízes é o olhar de Isabel Braga sobre a nossa mais tradicional manifestação da cultura popular. A Festa das Canoas em todas as suas cores, numa representação que agrega seus atores principais, os maratimbas, homens do mar, tipos populares diversos, o Divino, a procissão encaminhando-se para o interior da Igreja de Nossa Senhora da Penha, os barcos ornamentados pelas bandeirinhas, as barracas... Enfim, a obra - em estilo Naïf - capta a essência, o que interessa de fato sobre este patrimônio do povo de Marataízes e de todo o Espírito Santo.
Tomamos conhecimento da obra, que foi exposta na exposição de Lugano, na Itália, em 1973, através do contato feito por Marília Braga, filha do casal. O trabalho foi recuperado por ela, que assim descreveu o seu sentimento a respeito da recuperação da tela:
"Este quadro da Festa das Canoas, Marataízes, pintado por minha mãe, Isabel Braga, foi exposto na Exposição de Lugano, Itália, em 1973. Com as mudanças da vida, fui encontrá-lo enrolado e carcomido em cima de um armário, e resolvi tentar recuperá-lo. Passados meses de acertos e desacertos (acho que toda a população de Marataizes está ali), dei-o por terminado, mandei emoldurar e finalmente pendurei-o na sala, com o sentimento de dever cumprido. Ufa! Não está perfeito, mas acho que ela iria gostar"...
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terça-feira, 5 de maio de 2015
Encantada e abençoada
Uma das lembranças mais vivas de quem passou por Marataízes na década de 1970 é a antiga Igreja de Nossa Senhora da Penha. Localizada entre a "Bacia das Turcas" e a Praia Principal, aos olhos de muitos a Igreja está como uma guardiã de nossa "Praia Encantada".
A foto de Maria Zen nos traz um cenário de grande tranquilidade em frente à construção original da atual Matriz. A Igreja atual foi inaugurada em 1983.
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